O teste do bafômetro é um dos principais instrumentos utilizados nas fiscalizações da Lei Seca. Muitos motoristas, ao serem parados em blitz, ficam em dúvida se devem soprar o aparelho ou se podem recusar. O que poucos sabem é que a recusa não livra ninguém da punição. Pelo contrário, gera uma penalidade automática, prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Em 2025, o valor da multa por recusar bafômetro 2025 continua sendo alto, somado a outras sanções que afetam diretamente a carteira de habilitação. Neste artigo, você vai descobrir quanto custa essa multa, quais os pontos na CNH, como funciona a penalidade e o que pode ser feito para se defender.
A recusa ao teste do etilômetro está prevista no artigo 165-A do CTB. Ele determina que o motorista que se negar a realizar o teste será penalizado da mesma forma que quem é flagrado dirigindo embriagado. Isso significa que não soprar o bafômetro não é uma “escapatória”, mas sim uma infração gravíssima autônoma.
Assim, o valor da multa por recusar bafômetro 2025 é equivalente ao da embriaguez confirmada: R$ 2.934,70, com suspensão da CNH por 12 meses e 7 pontos no prontuário.
Em 2025, o valor permanece fixado em R$ 2.934,70, podendo dobrar em caso de reincidência no período de 12 meses, chegando a R$ 5.869,40.
Além do impacto financeiro, o valor da multa por recusar bafômetro 2025 traz consequências adicionais:
Ou seja, a penalidade é severa e não se restringe apenas ao bolso.
A justificativa para manter o valor da multa por recusar bafômetro 2025 elevado é coibir que motoristas embriagados tentem escapar da fiscalização. Como a lei garante que ninguém é obrigado a produzir provas contra si, surgiu uma brecha para recusas em massa.
Para evitar que a Lei Seca perdesse sua eficácia, o legislador determinou que a simples recusa já é motivo para multa e suspensão da CNH.
Muitos motoristas ainda confundem os efeitos. Tanto quem sopra e apresenta índice acima do permitido quanto quem se recusa sofre a mesma punição administrativa.
No entanto, existe diferença no âmbito criminal:
Isso mostra que o valor da multa por recusar bafômetro 2025 é alto, mas evita consequências penais.
Depois da autuação, o motorista recebe uma notificação em casa. A partir daí, abre-se o processo administrativo. É possível apresentar defesa prévia, recurso em primeira instância (JARI) e recurso em segunda instância (CETRAN).
Durante todo esse período, o motorista pode dirigir normalmente, até que a penalidade seja confirmada. Ou seja, pagar o valor da multa por recusar bafômetro 2025 não significa concordar com a punição, mas sim quitar o débito para evitar juros ou inscrição em dívida ativa.
Quem não quita o valor da multa por recusar bafômetro 2025 enfrenta consequências como:
Portanto, além de recorrer, é essencial manter os pagamentos em dia para não acumular problemas.
Para motoristas que dependem da CNH para trabalhar, como caminhoneiros, taxistas e motoristas de aplicativo, o valor da multa por recusar bafômetro 2025 pode significar perda imediata de renda. A suspensão por 12 meses os impede de exercer a atividade, além de comprometer a confiança junto às empresas contratantes.
Esse cenário reforça a importância de recorrer e buscar alternativas legais para tentar minimizar os efeitos da penalidade.
Mesmo que a penalidade seja automática, ainda existem formas de defesa. Alguns argumentos possíveis são:
Nesses casos, o valor da multa por recusar bafômetro 2025 pode ser cancelado por decisão administrativa.
Lidar com um processo de autuação não é simples. A legislação é cheia de detalhes que podem favorecer ou prejudicar o motorista. Por isso, contar com ajuda especializada faz diferença.
A advogada Érica Avallone, especialista em direito de trânsito, é referência no acompanhamento de processos administrativos envolvendo recusa ao bafômetro. Sua atuação aumenta as chances de êxito em defesas e recursos.
Esses exemplos mostram que o impacto do valor da multa por recusar bafômetro 2025 vai muito além do financeiro.
O valor da multa por recusar bafômetro 2025 é de R$ 2.934,70, com 7 pontos na CNH e suspensão de 12 meses. Em caso de reincidência, a penalidade dobra e pode chegar a R$ 5.869,40, aumentando os riscos para o motorista. Apesar da severidade, ainda é possível recorrer, e a atuação de profissionais especializados, como a advogada Érica Avallone, pode fazer a diferença no resultado. Mais do que se preocupar apenas com os valores, é essencial lembrar que a prevenção é sempre o caminho mais seguro: não dirigir após consumir álcool.
Há mais 7 anos Erica Avallone trabalhando na elaboração de técnicas administrativas e judiciais em defesa dos motoritas.
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